Noite passada você me visitou em meus sonhos acordado (alguns meses e parece que tinha sido ontem). Foi como ontem que você estava em meus braços me olhando apaixonada. Aqueles olhos cujos olhos meus guardam impressionados.
Os beijinhos de cantinho de boca, os carinhos inusitados, as brincadeiras, manhas, situações, risos, o timbre de sua voz que ainda vibra em meu ouvido; as coisas que pertenciam somente a nós dois e agora residem no vácuo, de um tempo irretroativo de quando eu só precisava colocar sua mão em meu peito para te afirmar amor legítimo.
Eu voltaria a esse tempo, eu juro que faria de tudo, se não fosse impossível ficar somente com as coisas boas. Impressionante como a memória escolhe o que quer lembrar. É o coração que esquece. Na ânsia por saciar-se, esconde provas, mente, persuade até o fim. Com toda certeza este não é meu melhor conselheiro. Meu coração pede você de volta, por outro lado, o passado diz que é melhor deixar você lá. A quem devo ouvir? minhas emoções já me colocaram tantas vezes na beira do abismo e insistiu que eu desse um passo à frente.
O tempo é quem me desamarra dos seus laços, os nós desatam aos poucos, o passado se concretiza. Se eu pudesse, guardava meus sentimentos num baú bem escondido debaixo de livros, contudo meu coração existe e é preciso tempo para cicatrizar o rasgão que fora deixado.
Apesar de tudo, não alimento qualquer expectativa de existir algum retorno, essas são as últimas palavras que tenho para você, minha tentativa de expurgar os fantasmas que insistem em habitar meu cotidiano. Necessito vomitar tudo isso que me faz tão mal. Para se digerir qualquer coisa nova é preciso pôr para fora a outra antes. Para começar um novo amor é-me necessário voltar àquele dia em janeiro quando você jogou tudo fora, a fim de eu colocar um ponto final. O que eu estou fazendo agora.
Os beijinhos de cantinho de boca, os carinhos inusitados, as brincadeiras, manhas, situações, risos, o timbre de sua voz que ainda vibra em meu ouvido; as coisas que pertenciam somente a nós dois e agora residem no vácuo, de um tempo irretroativo de quando eu só precisava colocar sua mão em meu peito para te afirmar amor legítimo.
Eu voltaria a esse tempo, eu juro que faria de tudo, se não fosse impossível ficar somente com as coisas boas. Impressionante como a memória escolhe o que quer lembrar. É o coração que esquece. Na ânsia por saciar-se, esconde provas, mente, persuade até o fim. Com toda certeza este não é meu melhor conselheiro. Meu coração pede você de volta, por outro lado, o passado diz que é melhor deixar você lá. A quem devo ouvir? minhas emoções já me colocaram tantas vezes na beira do abismo e insistiu que eu desse um passo à frente.
O tempo é quem me desamarra dos seus laços, os nós desatam aos poucos, o passado se concretiza. Se eu pudesse, guardava meus sentimentos num baú bem escondido debaixo de livros, contudo meu coração existe e é preciso tempo para cicatrizar o rasgão que fora deixado.
Apesar de tudo, não alimento qualquer expectativa de existir algum retorno, essas são as últimas palavras que tenho para você, minha tentativa de expurgar os fantasmas que insistem em habitar meu cotidiano. Necessito vomitar tudo isso que me faz tão mal. Para se digerir qualquer coisa nova é preciso pôr para fora a outra antes. Para começar um novo amor é-me necessário voltar àquele dia em janeiro quando você jogou tudo fora, a fim de eu colocar um ponto final. O que eu estou fazendo agora.
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